Terapia Endovascular e Compartilhamento de Atuação: CFM apoia a SBHCI

Em reunião efetivada dia 22 de março passado, em Brasília, o Conselho Federal de Medicina convocou a SBHCI, representada pelo seu Presidente, Luiz Alberto Mattos (SP), o Secretário, Marcelo Queiroga (PB) e o Coordenador do Projeto de Especialidade Médica, José Carlos Britto (BA), e os membros da Comissão Mista de Especialidade (CME).

Márcio Arruda/CFM

Da esquerda para a direita, José Carlos Raimundo Brito, 1º vice-presidente da AMB, presidente da Associação Bahiana de Medicina e especialista em Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista; Marcelo Cartaxo Lopes, secretário da SBHCI; Aldemir Humberto Soares, da AMB; Antonio Gonçalves Pinheiro, do CFM; Luiz Alberto Piva e Mattos, presidente da SBHCI; e Renato Viscardi, da Comissão Nacional de Residência Médica.

O Conselho Federal de Medicina foi notificado do cerceamento da atividade clinica dos cardiologistas intervencionistas para a efetivação de procedimentos extracardiacos, em alguns estados da Federação, principalmente, por parte das operadoras de saúde privadas.

A CME Compreendeu que o indeferimento inicial ao pleito do projeto de especialidade médica como uma “especialidade cardiovascular”, de modo algum permite tal interpretação, que impeça os nossos sócios, já proficientes e tradicionalmente operadores destes procedimentos, de não mais o efetuarem. Considera que estes fatos caracterizam o impedimento ao livre exercício da medicina pelos colegas devidamente habilitados.

A CME também reitera que existe a necessidade premente da confecção de normatização para o ensino e certificação, de profissionais na área medica que compartilham áreas de atuação similares, como a terapia endovascular.

Uma comunicação oficial do CFM será enviada a SBHCI e receberá a devida publicidade.

Diretoria SBHCI